topbella

sábado, 23 de fevereiro de 2008

The End.


Todo ser humano se difere do outro de alguma forma. É impossível achar alguém igual ao outro pelo mundo. Porém há uma coisa que todos, exatamente todos, temos em comum: a vida.

Ela é uma coisa engraçada, quase irônica. Todo mundo vive ela igual, independente das coisas que fazem. Nascemos, crescemos, estudamos, acertamos, erramos, rimos, choramos, transformamo-nos em alguém, como algum tipo de caráter e, depois de todas as experiências vividas, morremos, vamos para debaixo da terra.

Se você perceber bem, é pura ironia. Quando estamos vivos, tentamos nos diferir do outro de alguma forma: alguns pintam o cabelo de uma cor chamativa, outros colocam piercings, outros fazem tatuagens e alguns tentam ter um cargo de destaque. Porém ninguém leva em conta que todo esse esforço é pura utopia, afinal quando morremos nos tornamos escrotamente iguais, apenas ossos e poeira. O ricasso que mora naquela mansão cheia de quartos e salas com todos os nomes possíveis, terminará do mesmo jeito que aquele mendigo todo sujo e ranhoso que vive na esquina da casa desse ricasso.

Utopia. Essa é a palavra certa para resumir a correria ridícula em que vivemos e chamamos de vida. Por todo canto você vê pessoas correndo de um lado a outro, com algum destino que desconheço, com pensamentos que desconheço mais ainda. E tudo isso em vão, pois tudo acaba. O problema está em pensar do jeito que eu penso. Inconformados são mal vistos na sociedade escrava da mídia que transforma a cabeça das pessoas em mentes robóticas, incapazes de absorver outras informações além daquelas que ela transmite. "O mundo pode ser melhor se todos ajudarem"; "Vamos nos conscientizar no combate ao *sabe lá Deus o que eles inventaram de novo*" etc etc etc, são exemplos das idéias que as pessoas acreditam. Me diz, for God's sake! Me diz se é possível estinguir com a fome e com a miséria do mundo! Existem países inteiros extremamente pobres e sem condições de ter algum desenvolvimento! Existem governos cegos que não ligam a mínima para isso. Guerras por religião, mulheres ainda sendo descriminadas, pestes, doenças, problemas ambientais. Tudo isso está presente nesse lugar onde a gente vive. Suicídios, problemas mentais e psicológicos, desestruturação, caos. São as consequências que esses problemas estão causando. Não há meio para desfazer o que já está feito. Isso é um buraco que está cada vez mais se abrindo e não há meios de fechá-lo. Infelizmente? Felizmente? Não sei. Só sei que o mundo está no fim de sua história, e eu não gostaria de estar viva para ver o Grand-Finalle.

Um comentário:

Pixy Queen disse...

é,infelizmente é assim mesmo :/
as meninas estão completamente perdidas,em todos os sentidos e os meninos estão pouco se fodendo..é triste ><'

não ;D eu até engulo isso,mais não aceito essa formação de idéias ridículas impostas pela sociedade não..eu ainda tenho a minha opinião do contra ;D aeuhaeuheuh (;

s2

by Sra. Pura ;D

;p

Paulista do ABC, 22 anos. Mas queria mesmo morar em NY, no centro da moda e da elegância. Saltos altos, esmaltes, Audemars Piguet, Cartiers, Louboutins e Chanel. Aqui é somente High Level.

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